O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou nesta segunda-feira (5) a declaração do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), que sugeriu que o ex-presidente e seus apoiadores fossem “levados para a vala” por uma retroescavadeira. A fala ocorreu na última sexta-feira (2), durante agenda no distrito de Soares, no município de América Dourada, no interior da Bahia.

Em publicação nas redes sociais, Bolsonaro classificou a fala como “discurso carregado de ódio” e afirmou que a declaração deveria gerar repúdio e resposta das instituições. “Mas nada aconteceu”, escreveu. O ex-presidente criticou a ausência de medidas como abertura de inquérito, ações da Polícia Federal ou manifestações do Supremo Tribunal Federal.

“Imagine se um apoiador de Bolsonaro dissesse algo remotamente parecido. Seria manchete, seria prisão, seria processo por ‘discurso golpista’. O padrão é claro: só há crime quando convém ao sistema”, escreveu o ex-presidente.

No discurso que motivou a reação, Jerônimo afirmou que “quem votou” em Bolsonaro “podia pagar também a conta”. “Bota uma enchedeira. Sabe o que é uma enchedeira? Uma retroescavadeira. Bota e leva tudo pra vala”, disse, durante a entrega de uma nova escola estadual.

O ex-presidente disse que declarações como essa, feitas por autoridades de Estado, “normalizam o ódio” e “incentivam a violência política”. “É a institucionalização da barbárie com o verniz de ‘liberdade de expressão progressista’”, afirmou.

A Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, renovou a frota de veículos para o Tratamento Fora do Domicílio (TFD).
A iniciativa faz parte de uma das metas de trabalho visando oferecer conforto, segurança e bem-estar aos pacientes do município que necessitam de serviços especializados de média e alta complexidade dentro do Sistema Único de Saúde (SUS).

O novo veículo, de modelo e marca Renault Master, tem capacidade para 16 pessoas. Agora, são dois veículos que estão sendo colocados para uso exclusivo do TFD.

A secretária municipal de Saúde, Lívia Mendes Aguiar, ressalta a importância do veículo que é utilizado para transportar pacientes para outros centros especializados como Salvador e Feira de Santana.

“O veículo do TFD é fundamental para os pacientes que precisam se deslocar para tratamento hospitalar de alta e média complexidade. São consultas, procedimentos e cirurgias previamente agendados que não são disponibilizados em nossa cidade”, explica a secretária.

A diretora da Central de Regulação da Secretaria de Saúde, Annarony Céu, setor cujo TFD é vinculado, reforça que diariamente a Prefeitura de Itabuna oferece as condições necessárias, como por exemplo, acesso, segurança e conforto para que os pacientes tenham a garantia dos seus direitos no TFD. (Ascom/PMI)

Um bebê de 2 meses morreu após passar mal ao tomar vacinas na tarde de segunda-feira (28), na Unidade de Saúde da Família (USF) Aristides Maltez, no bairro de São Cristóvão, em Salvador.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), o bebê, identificado como Brian Vinícius Morais Primo, foi levado na unidade de saúde pela mãe.

De acordo com a SMS, equipes da unidade de saúde e profissionais do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) tentaram a reanimação, mas a criança não resistiu.

O bebê tomou as seguintes vacinas:

  • Rotavírus (via oral): protege contra a gastroenterite, que causa vômito, diarreia e, se os sintomas persistirem, desidratação e danos a órgãos. O imunizante é indicado para bebês com idade entre 2 e 7 meses.
  • Pneumocócica (injetável): protege contra infecções no ouvido e na corrente sanguínea, sinusite, pneumonia e meningite.
  • Pentavalente (injetável): imunização contra difteria, tétano, coqueluche, a bactéria haemophilus influenza tipo B (responsável por infecções no nariz e na garganta) e hepatite B. Elas devem tomar três doses, administradas aos 2, 4 e 6 meses de idade.

Um Boletim de Ocorrência (BO) foi aberto na delegacia do bairro de Itapuã e o corpo do bebê foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Salvador, onde será periciado. A causa da morte só será definida após os laudos periciais. 

Através de nota, a SMS reforçou que todas as vacinas aplicadas na rede pública seguem rigorosamente os padrões de qualidade e segurança determinados pelo Ministério da Saúde. Acrescentou que todo o processo foi conduzido com seriedade e transparência que a situação exigiu.

A secretaria ainda se solidarizou com a família e se colocou à disposição para prestar apoio necessário e prestar esclarecimentos para a polícia.

A pediatra Monique Alves afirmou que as vacinas que o bebê foi imunizado tem alta eficácia e segurança.

“O número de mortes atribuídas diretamente às vacinas é extremamente baixo e os benefícios da vacinação superam imensamente os riscos", contou a pediatra.

Explicou ainda que a chance de uma reação grave, como uma anafilaxia, que é uma resposta alérgica extrema, é baixa, mas não pode ser descartada.

“Em alguns casos, a criança pode ter uma condição cardíaca ou neurológica silenciosa, não percebida pelos cuidadores ou pela equipe médica, que pode se manifestar de forma súbita após um estímulo como a vacina", detalhou. (Info do G1)

 

Contas de luz terão bandeira amarela em maio

Em maio de 2025, os brasileiros enfrentarão um aumento significativo na conta de luz. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira tarifária para o mês será amarela, o que implica um custo adicional de R$ 1,885 por cada 100 kWh consumidos.

A decisão foi tomada em razão da piora nas previsões climáticas, que indicam uma redução das chuvas e uma consequente menor capacidade de geração de energia pelas usinas hidrelétricas. Com isso, será necessário recorrer a usinas termelétricas, mais caras e com custos mais elevados.

A bandeira tarifária é um sistema utilizado pela Aneel para sinalizar os custos adicionais da energia elétrica para os consumidores. O Brasil adota esse sistema desde 2015, com o objetivo de refletir as condições de geração de energia antecipadamente, permitindo que os usuários se preparem para os custos adicionais que podem surgir ao longo do ano.

Em maio, a Aneel classificou a tarifa como bandeira amarela, o que implica uma cobrança extra devido ao aumento nos custos de geração de energia. Esse aumento ocorre devido à piora nas previsões de chuvas, com um impacto direto na produção de energia das usinas hidrelétricas, que dependem da água dos reservatórios para gerar eletricidade.

A piora nas condições climáticas e a diminuição da capacidade de geração hídrica significam que o Brasil enfrentará um custo mais alto para a produção de energia. Como as usinas termelétricas são acionadas em momentos de escassez de água nos reservatórios, elas tornam-se a principal fonte de eletricidade quando as hidrelétricas não conseguem suprir toda a demanda.

 

A Prefeitura de Itabuna segue imunizando contra a Influenza os profissionais de saúde do município e a população que integra os grupos prioritários que são definidos pelo Ministério da Saúde.

Na tarde desta terça-feira, dia 29, equipes da Coordenação da Rede Frio da Secretaria Municipal de Saúde, serão deslocadas para vacinar profissionais de saúde do Hospital Manoel Novaes (HMN), vinculado à Santa Casa de Misericórdia de Itabuna. Na quarta-feira, dia 30, a imunização prosseguirá no HMN, das 9 às 11h.

De acordo com a coordenadora da Rede Frio, enfermeira Camila Brito, ainda na quarta-feira a imunização será estendida ao Abrigo Dr. Balduíno Lopes de Azevêdo, das 13h30min às 15h30min.

“Na unidade especializada serão vacinados profissionais de saúde e os idosos institucionalizados”, informa.
A programação de imunização terá continuidade na sexta-feira, dia 2 de maio, quando a equipe da Rede Frio será deslocada para o Abrigo São Francisco de Assis, enquanto que no dia 7 de maio será a vez do Albergue Bezerra de Menezes.

Vale lembrar que a meta é vacinar 90% dos três principais grupos: idosos, crianças de seis meses a menores de seis anos e gestantes. (Ascom/PMI)

 

O prazo para pedido de isenção da taxa de inscrição do Enem 2025 foi prorrogado. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) estabeleceu a nova data para a próxima sexta-feira (2). Inicialmente, o edital do processo estabelecia a última sexta (25) como prazo final para os pedidos de isenção.

As solicitações de isenção devem ser feitas pela página do participante do exame, com o login no portal Gov.br. Para ter direito à gratuidade, o estudante precisa estar matriculado na 3ª série do ensino médio na rede pública de ensino; ter feito todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada; ser integrante de família de baixa renda com registro no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico); e ser participante do programa Pé-de-Meia.

Quem ficou isento de pagar a taxa de inscrição em 2024, mas não compareceu nos dois dias de provas do Enem em novembro, devem justificar para solicitar nova gratuidade neste ano.

O estudante deve apresentar documentos que comprovem a ausência. Entre as situações previstas estão assalto, furto, acidente de trânsito, casamento/união estável, morte na família, maternidade, paternidade, mudança de domicílio para acompanhamento de familiar, privação de liberdade, emergência/internação/repouso médico ou odontológico.

O valor da taxa de inscrição ainda não foi divulgado. A edição de 2024 custou R$ 85 aos estudantes. Dos 4,3 milhões de inscritos confirmados na edição passada, 63,6% foram isentos do pagamento.

O INSS começa a pagar nesta quinta-feira (24) a primeira parcela do 13º salário de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios. A ordem do pagamento será de acordo com o número do cartão do benefício.

Anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a medida atende um pedido do ministro da Previdência Social, Carlos Lupi. Essa antecipação vai injetar cerca R$ 73,3 bilhões na economia brasileira.

Quem vai receber o 13º do INSS serão os beneficiários de aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente e auxílio-reclusão, que tiveram o benefício concedido até 31 de março de 2025. A primeira parcela, que corresponde a 50% do valor, será paga entre os dias 24 de abril e 8 de maio. Enquanto a segunda, que deve vir com os descontos do IR, cairá na conta entre 26 de maio e 6 de junho.

O Tribunal de Contas da União (TCU) afastou a responsabilidade do atual ministro da Casa Civil, Rui Costa, na compra de 300 ventiladores pulmonares durante a epidemia da Covid-19. Eles custaram R$ 48,7 milhões aos cofres públicos —e que não foram entregues. A operação é investigada também pela Polícia Federal. A informação é da coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo.

A compra foi realizada em 2020, quando o vírus se disseminava no país e o número de mortos pela doença crescia de forma exponencial. Na época, Rui Costa era governador da Bahia e presidia o Consórcio do Nordeste, que reunia os estados da região e que foi o responsável pela aquisição dos equipamentos.

A empresa Hempcare, especializada em medicamentos à base de maconha, vendeu os respiradores para o Consórcio e recebeu o pagamento de forma antecipada. Mas não honrou o contrato. O processo contra Rui Costa e Carlos Eduardo Gabas, que era o secretário-executivo do Consórcio, foi arquivado por 5 votos a 2.

Por sua vez, o TCU determinou uma tomada de contas especial contra a Hempcare para recuperar os danos causados ao erário público.

O ministro do TCU Jorge Oliveira, que relatou o processo, considerou em seu voto que o pagamento adiantado foi feito à empresa “sem que houvesse prévias e efetivas cautelas aptas a reduzir o risco” de calote. Afirmou ainda que não havia justificativa “indubitável” de que o procedimento era indispensável à contratação, e questionou os preços pagos. Segundo ele, a Hempcare era especialista na “comercialização de produtos à base de maconha” e não “detinha expertise” na comercialização de ventiladores pulmonares.

O ministro Bruno Dantas abriu a divergência no voto revisor —segundo ele, não em relação “à gravidade dos fatos ou mesmo na participação de agentes públicos envolvidos”. Mas sim na “avaliação da reprovabilidade das condutas, dado o contexto em que ocorreram”. Ele afirmou no voto que não seria possível a aplicação a gestores públicos sem considerar que na época enfrentavam a maior pandemia do século, ainda sem saber exatamente as dimensões que poderia alcançar.

“A interpretação jurídica não pode desconsiderar o contexto histórico em que os atos e fatos ocorrem, condição fundamental para que seu significado possa ser adequadamente compreendido”, disse ele.

“Os principais fatos impugnados ocorreram entre 26 de março e 8 de abril de 2020. Ou seja, nos encontrávamos no início da pandemia: naqueles primeiros dias quando os gestores públicos de todo o mundo ainda não sabiam bem o que estava por vir. Mas já necessitavam adotar medidas urgentes e céleres que protegessem seus cidadãos da ameaça sanitária cujos sinais já se mostravam suficientemente graves e visíveis”, completou Dantas.

“Gestores precisavam encontrar na legislação – e às vezes fora dela – saídas para garantir o acesso da população aos serviços de saúde. Esses sim estavam efetivamente na linha de frente. Destacava-se naquele momento a necessidade de aquisição urgente de ventiladores”, disse ainda o ministro em seu voto, citando notícias que diziam que a falta de respiradores era dramática e que eles eram cruciais para salvar vidas.

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