O evento de divulgação do Barcelona Ilhéus revelou aos convidados a profissionalização do novo time de futebol da cidade e outras importantes novidades a respeito do projeto esportivo.


A imprensa regional cobriu o evento que contou ainda com a presença de profissionais da área esportiva e amantes do futebol. Weliton Nascimento, diretor do novo clube Barcelona, é proprietário da Arezza Adilis, gestora do time Colo-Colo. Com mais de 20 anos de experiência no segmento esportivo, o empresário afirma que o empreendimento parte de uma nova proposta empresarial.


“Informamos que o Barcelona Ilhéus já está inscrito no campeonato de acesso do ano de dois mil e vinte [2020]. Este projeto está aberto para outros empresários da região que queiram patrocinar e ter sua marca veiculada ao clube ilheense. Queremos que em aproximadamente cinco anos ou menos este clube esteja participando da classe C do Campeonato Brasileiro”, afirmou o empresário.


O Clube Barcelona Ilhéus está em busca de um lugar para o Centro de Treinamento (C.T.) dos atletas, e que ainda comporte nas suas dependências, um público de duas mil e quinhentas pessoas. “Orgulho de ter um prefeito que acredita em nosso projeto e de poder trazê-lo para Ilhéus e região”, finalizou Weliton Nascimento.

Durante o evento de apresentação foi distribuído um kit promocional contendo mochila, camisa, squeeze, caneta e folheteria com a marca do clube, brindes que destacavam a responsabilidade com o Meio Ambiente.

“O povo Pataxó Hã-hã-hãe está de luto”; “Levi vive”; “Queremos Justiça”; “Mais amor ao próximo”. Cartazes com estas e outras frases marcaram um protesto no centro de Itabuna na manhã de sábado (30), contra a morte do garoto Levi Messias Nonato Alves, de nove meses, na segunda-feira da semana anterior, dia 25.


Vindo de Pau Brasil, ele faleceu no colo da mãe, após esperar por 40 minutos por atendimento na porta do Hospital Manoel Novaes. Antes, a ambulância com o bebê tentou socorro na Maternidade Ester Gomes. Em ambas as unidades, o menino não pôde ser assistido a tempo.


Aí está a razão da manifestação, iniciada na Praça Adami, avenida do Cinquentenário, e encerrada na frente do Manoel Novaes. O ato reuniu caciques, demais índios e movimentos sociais, a exemplo do CIMI (Conselho Indigenista Missionário), Encantarte com sua percussão e Rede Feminista. Todos expressaram indignação pela dificuldade para ter acesso aos hospitais e a perda de vidas dela decorrente.

“O povo Pataxó Hã-hã-hãe está de luto”; “Levi vive”; “Queremos Justiça”; “Mais amor ao próximo”. Cartazes com estas e outras frases marcaram um protesto no centro de Itabuna na manhã de sábado (30), contra a morte do garoto Levi Messias Nonato Alves, de nove meses, na segunda-feira da semana anterior, dia 25.


Vindo de Pau Brasil, ele faleceu no colo da mãe, após esperar por 40 minutos por atendimento na porta do Hospital Manoel Novaes. Antes, a ambulância com o bebê tentou socorro na Maternidade Ester Gomes. Em ambas as unidades, o menino não pôde ser assistido a tempo.


Aí está a razão da manifestação, iniciada na Praça Adami, avenida do Cinquentenário, e encerrada na frente do Manoel Novaes. O ato reuniu caciques, demais índios e movimentos sociais, a exemplo do CIMI (Conselho Indigenista Missionário), Encantarte com sua percussão e Rede Feminista. Todos expressaram indignação pela dificuldade para ter acesso aos hospitais e a perda de vidas dela decorrente.

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